domingo, 12 de janeiro de 2014


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O que é santificação? Como já vimos, é o mesmo que separação. Trata-se de uma separação para um fim definido (Lv 20.26). E, nesse caso, devemos nos separar de e para. Em outras palavras, devemos nos afastar do mundo pecaminoso para o Senhor. O fim definido, por conseguinte, é a consagração a Deus, para realizar a sua maravilhosa obra. No Novo Testamento, o vocábulo para santificação é hagiasmos, cujo conceito central é a separação do pecado a fim de separar-se para Deus, para a adoração, para o serviço. De acordo com o Dicionário Teológico, de Claudionor Corrêa de Andrade (CPAD), a palavra “santificação” significa: “[Do lat. sanctificatio] Separação do mal e do pecado, e dedicação ao serviço do Reino de Deus. É desta forma que o filho de Deus aperfeiçoa-se à semelhança do Pai Celeste. A santificação só é possível através da Palavra de Deus”.  

O que significa seguir a santificação? Em Hebreus 12.14, está escrito: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Segundo a Bíblia, a santificação é um processo; ela se dá na vida do crente, progressiva e gradualmente. É como se o servo de Deus estivesse subindo uma escada que não tem o último degrau. A sua vereda é como a luz da aurora, que vai, brilhando, brilhando, brilhando... até ser dia perfeito (Pv 4.18). No momento da salvação, ocorre uma ação tríplice de Deus, justificando, regenerando e santificando o pecador. Nesse caso, quando uma pessoa reconhece o seu pecado e crê em Jesus como único e suficiente Salvador e Senhor, ocorre uma santificação instantânea (Tt 3.5). Para a preservação da salvação, é preciso seguir à santificação, que começa no momento em que aceitamos a Jesus, mas progride a cada dia, quando nos consagramos ao Senhor, aperfeiçoando-nos para a vida eterna. Por isso, o apóstolo Pedro, tendo como base os escritos veterotestamentários, disse: “... como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” (1 Pe 1.15).  

Os dois lados da santificação A santificação progressiva, numa análise bíblico-cêntrica, possui dois lados: a parte de Deus e a do homem: A parte de Deus. Tudo, na vida espiritual, apresenta esses dois lados. Quando Jesus ressuscitou a Lázaro, foi necessário que os homens tirassem a pedra (Jo 11.39ss). É claro que, se Jesus quisesse, ele teria tirado a pedra do sepulcro sem nenhuma dificuldade, pois para Ele nada é impossível. Entretanto, Ele nunca faz o que cabe a nós. Devemos aprender que a santificação é efetuada por Deus, mas não depende só dEle. O Senhor faz a sua parte e espera que façamos a nossa (cf. 2 Cr 7.14,15). A parte que cabe ao homem. Se não houver de nossa parte a predisposição para ter uma vida santificada, de nada valerá o poder santificador do Espírito Santo em nossa vida. Em Ezequiel 24.13, Deus disse para o seu povo: “... te purifiquei, e tu não te purificaste...” Em outras palavras, Deus fez a sua parte purificando o povo dos seus pecados, o qual, em contrapartida, não se importou em colaborar com o Senhor, perdendo a bênção.

Portanto, amados irmãos, façamos a nossa parte! A Palavra de Deus é clara: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós” (Tg 4.8). Ela não diz: “Espera Deus se chegar para ti, e chega-te para ele”. Não! O primeiro passo deve ser nosso (Jó 11.13; Sl 57.7).

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

sábado, 6 de abril de 2013

UJOADEB 2013

sábado, 16 de fevereiro de 2013

papel de parede com versiculo biblico

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Tantas escolhas erradas que fiz outra vez não faria
E quantas portas por onde eu entrei eu não mais ousaria
Falsos amigos quiseram meu fim
Os inimigos zombaram de mim
A minha vida tornou-se um deserto
Noturno e sem luz

Eu esqueci do primeiro caminho que juntos trilhamos
Quantos atalhos surgiram e neles nós jamais entramos
Mas num momento de vil ilusão
Segui caminhos do meu coração
Me vi sozinho num triste caminho de escuridão
E quando um grande abismo avistei
Desesperado teu nome chamei
Tu me abraçaste e junto contigo ao caminho voltei

Não te deixo mais! Segura minha mão
Não me deixes seguir os desejos do meu coração
Como é bom Jesus, andar contigo
Nada mais eu preciso se eu segurar tua mão.


Letra da Musica - Andar Contigo de Sérgio Lopes

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

1. O glorioso Natal do Senhor Jesus foi mencionado pelos profetas do Antigo Testamento, como Isaías (7.14; 9.6), Miqueias (5.2) e outros. Por que ignoraríamos um evento tão importante, mencionado por Deus, através de seus profetas, centenas de anos antes de acontecer?2. Quando Jesus nasceu, em Belém de Judá, um anjo de Deus, cercado do resplendor da glória do Senhor, apareceu a alguns pastores de Belém de Judá e lhes disse: "eis aqui vos trago novas de grande alegria" (Lc 2.10). O Natal de Cristo trouxe alegria ao mundo, e não tristeza! E nós, que somos salvos e conhecemos o verdadeiro significado do Natal, devemos nos alegrar ainda mais com a lembrança desse glorioso acontecimento!

3. A celebração do nascimento de Jesus é incentivada pelo Novo Testamento. Ela não foi inventada por povos pagãos que viveram antes de Cristo nem instituída pelo romanismo. Este apenas estabeleceu a data para a celebração: 25 de dezembro. Mas, em Lucas 2.13,14, vemos que uma multidão dos exércitos celestiais já havia celebrado o Natal. Na mesma noite do nascimento do Senhor, os aludidos pastores de Belém visitaram o Menino e voltaram "glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto" (Lc 2.20). Cerca de dois anos após seu dia natalício, o Menino recebeu a visita de magos do Oriente, que também o adoraram e lhe ofertaram dádivas (Mt 2.1-16). 

4. Logo após o nascimento do Salvador, os numerosos anjos que celebraram o Natal disseram: "
Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!" (Lc 2.14). Aproveitemos, pois, a grande oportunidade de, além de glorificar a Deus pelo Natal de Cristo, também mostrar aos que estão à nossa volta que Ele veio ao mundo para trazer a paz (Jo 14.27) e o conhecimento da boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm 12.1,2).

5. O Natal de Cristo é a celebração da encarnação do Verbo de Deus, que habitou entre os homens para revelar a sua glória, "como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade" (Jo 1.14). Se Ele não tivesse nascido, não teríamos o conhecimento do glorioso plano salvífico de Deus e estaríamos todos perdidos.

6. Ao amar o mundo de maneira indescritível, o Deus de toda a graça nos deu o seu Filho Unigênito (Jo 3.16), o qual, também por amor, morreu pelos nossos pecados (Rm 5.8). Diante desses fatos, não há necessidade de mandamento específico para celebrarmos o Natal de Cristo, pois a nossa maior motivação para fazer isso é o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5.5).

7. Jesus veio ao mundo na "plenitude dos tempos", isto é, quando tudo estava preparado para uma propagação em massa do Evangelho (Gl 4.4). No século I, havia muitas estradas pavimentadas, conhecimentos amplos sobre navegação e uma língua falada em todo o Império Romano (o grego koiné). Além disso, o mundo estava em paz, imposta pelo imperador: a pax romana. Hoje, nós que temos melhores recursos tecnológicos do que os primeiros cristãos, não podemos deixar de anunciar que Cristo nasceu "para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos" (v.5), e salvar "o seu povo dos seus pecados" (Mt 1.21).

8.
 A obra redentora de Cristo abarca a sua gloriosa encarnação, a sua morte vicária e a sua ressurreição para nossa justificação. Todos os seus feitos devem ser celebrados pela Igreja, a começar pela sua encarnação (1 Tm 3.16). Já pensou se Cristo não tivesse nascido? Ele também não teria sido crucificado. E, se Ele não tivesse morrido sacrificialmente, também não teria ressuscitado (1 Co 15.3,4). Aproveitemos, pois, esse mês de dezembro, em que o mundo fala de Natal, sem conhecer o seu real sentido, para glorificarmos a Cristo, em público, por sua obra completa.

9. Sabemos que o espírito do Anticristo e o mistério da injustiça já operam no mundo (2 Ts 2.7). E, por isso, o movimento cristofóbico e anticristão cresce, não só nos países de maioria muçulmana. No Ocidente, homens desprovidos da graça do Senhor e de seu conhecimento estão querendo apagar o nome de Jesus da face da terra. E uma das maneiras de fazer isso é, sob a égide do Estado laico, proibir a celebração do Natal de Cristo. Sendo assim, o cristão que se preza não tem receio ou vergonha de celebrar o nascimento do Salvador em público, mediante cantatas, peças e mensagens pelas quais confessa que "Jesus Cristo veio em carne", ao contrário do espírito do Anticristo, que quer negar isso a todo custo (1 Jo 4.3).

10. 
A mensagem do Menino Jesus é tão importante, que no último livro da Bíblia (que prioriza as coisas futuras e a consumação de tudo) ela é mencionada: "E deu à luz um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono" (Ap 12.5). É claro que essa passagem é simbólica, e a mãe do Menino, aqui, alude a Israel, e não a Maria. Entretanto, trata-se de mais uma referência à gloriosa encarnação do Verbo, que deve ser celebrada e proclamada por todos os cristãos da face da terra.

Se o leitor celebra o Natal de Cristo, propague essa mensagem da maneira que desejar. Compartilhe-a nas redes sociais, se quiser. Envie-a por e-mail. Insira-a em seu blog. Leia-a em algum programa de rádio ou TV. Imprima-a e a distribua pelas ruas de sua comunidade ou em sua igreja, especialmente na Escola Bíblica Dominical. Incentive a todos os cristãos a celebrarem o nascimento de Cristo! Ele é o protagonista do Natal!


Pastor: Ciro Sanches Zibordi

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